segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Reflexão


Neste momento atual de caos generalizado a Natureza nos solicita a estarmos atentos, presentes no presente, valorizarmos aquilo que é bom, belo e útil, pra não complicarmos mais o que já está extremamente complicado.

Na sociedade planetária  temos visto as comunidades se desmantelarem por causa de um fanatismo religioso, e por este a maioria das pessoas culpa ao islamismo, mas acreditemos que  este é um problema humano, e não religioso. Aquelas pessoas, membros do ISIS ou do Boko Haram não representam aquela religião, apenas interpretam os textos do seu jeito pessoal e que leva a tudo o quanto temos sido testemunhas, do mesmo jeito que estamos testemunhando intolerância religiosa no Brasil. Mas é muito provável que na contemporaneidade assistamos a eventos apocalípticos em função deste fanatismo religioso, que não está apenas sendo desenvolvido pelo Estado Islâmico ou pelo Boko Haram, temos presenciados coisas não tão radicais no Brasil, mas tudo que hoje é grande, como as ações do Estado Islâmico, um dia já foi pequeno, como as ações resultado de um fanatismo religioso no Brasil no nosso país. Estes fatos demonstram que já é factual o início do fim da sociedade como a conhecemos; ou talvez o início de um retrocesso às pobres vivências de tudo o quanto vivemos na Idade Média. Então o que nos falta enquanto indivíduos? Reflexão!

O fanatismo, elemento de caos social, não se resume apenas à religião. Infecta as Academias, sejam universidades ou simples instituições de pesquisa, onde se negam pontos de vista, sem analisarem,  por estes não terem sido publicados numa revista de ‘qualis A’, ou defendidos por um cientista de renome. Alguma diferença entre textos bíblicos e os pastores de igrejas que incentivam o fanatismo? E podemos perceber estas mesmas ações e atitudes no que diz respeito à política brasileira. Diante de tudo o que tem sido exposto, diante de tudo o que percebemos, quem defende qualquer partido político e sua corja, quadrilha ou cáfila imunda, é tão fanático quanto os casos anteriores já descritos, mas com uma ênfase na imoralidade. Este aqui é fanático e imoral. Não que os outros não sejam, porém estes aqui possuem uma ênfase. 

Busquemos valorizar as nossas experiências, que quando utilizadas para material de reflexão, farão surgir dentro de nós algo chamado de Sentimento. O sentimento quando verdadeiro, e para ser sentimento precisa ser verdadeiro, é que nos dá a convicção e certeza daquilo que sabemos, e fazemos; por ele não nos permitir fazer o contrário àquilo que ele determina, e que foi construído por nós mesmos porque sentimos. O sentimento é o fruto das experiências, não da opinião, do ponto de vista, da teoria. É ele quem nos guia através dos momentos de alegria, até que no fim entendamos que ser feliz nada tem de relacionado com o que nos é exterior: religião, ciência materialista ou partidos políticos. Mas sim com tudo o que diz respeito à nossa interioridade. Estar atento ao que se sente no presente em função das experiências do dia a dia é que nos fará pessoas felizes. Pois esta percepção daquilo que se sente promoverá uma transformação, já que para ser feliz é necessário que nos tornemos seres humanos melhores. Então sejamos inteligentes e esqueçamos tudo aquilo que tem por intuito o fanatismo, que apenas gera caos, seja qual for a área de atuação em si mesmo. Construamos a nossa própria teoria e prática acerca do viver. Valorizemos aquilo que sentimos e atentos a isso transformemos, em nós, os vícios em virtudes. 

E o que em tudo isso, desde o início do texto, tem relação com você? Veja quem é você e o que você faz todos os dias quando está sendo pressionado pela vida por si só ou  pelo confusão em que vivemos. E você possivelmente perceberá, que o caos global sobre o qual você critica tão veementemente, é simples e puramente resultado do seu caos individual.
 


Um comentário:

M disse...

Verdade seja dita, a verdade foi dita. Bacana Mel, vamos trocar por aqui também. Segue o meu lá, textos e fotografia. Tô começando...

http://paraalemdamateria.blogspot.com.br/

beijão

 

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